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Querer-nos nos faz bem, nos faz felizes. E é o melhor presente que podemos oferecer aos outros...

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Perguntas e respostas

Pontos de interrogação

Nesta seção, algumas respostas a perguntas interessantes que permitem expor as ideias básicas e os princípios gerais sobre os quais se trata neste blogue: a Autoestima, a Lei da Atração, a técnica de Ho'oponopono e, no geral, como nos sentir bem na nossa realidade tal como é agora e como aprender a modifica-la de maneira consciente.

Pergunta: Depois de uma relação muito conflituosa finalmente me separei e não voltei a ter um par, também deixei de ver parte da minha família e amigos com quem eu tinha relações tóxicas, e felizmente alcancei a independência econômica razão pela qual pude deixar meu trabalho em relação de dependência. Foram dadas as condições para poder viver em equilíbrio e harmonia, no entanto, não estou feliz. Como posso encontrar o bem-estar que desejo?

Permanentemente a vida nos apresenta novos desafios que nos obrigam a aprender e evoluir. O processo não costuma ser agradável já que estas situações normalmente se apresentam como problemas ou conflitos e quase sempre nos provocam algum grau de mal-estar. Por isso, às vezes, elegemos uma estratégia diferente: tomar distância do que nos provoca dor e nos isolarmos, evitando enfrentar os problemas nos mantendo num entorno conhecido, a “zona de conforto”, ainda que esta atitude tem também um custo.

Aqui um vídeo muito original sobre como tornar nossos sonhos realidade, que descreve com toda clareza em que consiste a zona de conforto, onde às vezes nos refugiamos ainda que não possamos ser precisamente felizes ali.

Como sempre, há uma clara relação entre custos e benefícios. Quando decidimos avançar e enfrentar as situações novas, quando desenvolvemos novas qualidades e crescemos, ou seja, quando abandonamos nossa zona de conforto, então, recebemos a recompensa de uma melhor qualidade de vida e de um maior bem-estar… e vemos que nossos sonhos realmente começam a se tornar realidade.

Axel Piskulic

Tradução de Ana Lúcia de Melo
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Pergunta: Ho’oponopono (como também a Lei da Atração) propõe que somos 100% responsáveis por tudo o que acontece na nossa realidade e sinto intimamente que esta ideia é certa. Mas então me sinto culpado por cada problema que afeta às pessoas com as que tenho contato. Realmente eu tenho a culpa de tudo de errado que acontece?

A verdade é que não podemos afetar negativamente os outros com nossos pensamentos, emoções ou crenças. Cada um é responsável pelo seu próprio mundo interno e os pensamentos de cada um se manifestarão na sua própria realidade individual.

Mas de acordo com Ho’oponopono, dependendo de nossos pensamentos faremos certas pessoas entrarem na nossa realidade, somente pessoas que estejam “em sintonia” conosco. E estas pessoas podem ter certo conjunto de problemas. Mas não somos nós os que os causamos, só somos responsáveis por atrair essas pessoas e não outras.

Sim, podemos mudar a realidade se mudamos nossos pensamentos, e isso pode favorecer aos que nos rodeiam. Do mesmo modo que a evolução dos demais pode nos favorecer se formamos parte do seu entorno.

É certo que somos 100% responsáveis de tudo que há na nossa realidade, e em nosso entorno pode haver pessoas que sofrem. Mas essas pessoas criaram de maneira individual seus próprios problemas, nós só as “convocamos” para que passem a formar parte das nossas vidas.

Axel Piskulic

Tradução de Ana Lúcia de Melo
Ho’oponopono, ilustração de Al McAllister
A ilustração é de Al McAllister
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Pergunta: Ultimamente me encontro uma e outra vez com a ideia de que é bom realizar qualquer atividade de maneira consciente, quer dizer, não de uma maneira automática ou mecânica. Mas quando me concentro em algo por muito tempo, como quando trabalho diante do computador, sinto mais cansaço que alívio. Dá na mesma fazer algo com total concentração que fazê-lo de maneira consciente?

Muitas das atividades as que devemos nos dedicar hoje em dia requerem nossa total atenção. Enquanto as concluímos deixamos de estar atentos ao nosso entorno porque estamos completamente concentrados no que fazemos, quer dizer que deixamos de ser conscientes do que acontece ao nosso redor. A imagem seguinte, na que alguém está tão concentrado que não é capaz de se preparar ao menos um chá, é um bom exemplo.

Uma menina muito concentrada

No entanto, atuar de maneira consciente e experimentar plenamente o aqui e o agora é outra coisa. Osho, como sempre, o explica de maneira clara e bela:

Quando você caminha pela rua, você pode caminhar conscientemente – isso é o que Buda diz que você teria que fazer – você está alerta, no profundo está atento a seu caminhar, está consciente de cada movimento. Está consciente dos pássaros que cantam nas árvores, do sol cedo na manhã atravessando as árvores, dos raios que lhe tocam, do clima ameno, do ar fresco, da fragrância das flores recém abertas. Um cachorro começa a latir, um trem passa adiante, você respira… você está observando tudo.

Não está excluindo nada do seu estado de alerta; você está absorvendo tudo. A respiração penetra, a respiração sai… você está observando tudo o que acontece. Não é concentração, porque na concentração você se enfoca numa coisa e se esquece de tudo mais. Quando você está concentrado não escuta o zumbido das abelhas ou o canto dos pássaros, só vê aquilo no que se concentra.

A concentração consiste em reduzir sua consciência a um ponto. É boa para lançar uma flecha: você tem um branco e tem que ver só o branco e se esquecer de tudo mais. Mas quando falo de consciência não se trata da consciência que se precisa para que a flecha acerte no branco. Falo de um fenômeno totalmente diferente: Uma consciência difusa, não concentrada, porque a concentração é esgotadora, tensa e cedo ou tarde você cairá na inconsciência. Qualquer coisa que canse não se poderá manter por muito tempo.

Osho
Osho, um mestre polêmico.

A consciência tem que estar relaxada: tem que ser o equivalente a uma abertura. Você simplesmente está aberto a tudo o que está acontecendo. Estou falando com você, e o trem passa perto, e os pássaros cantam ao longe… e você está consciente de tudo isso. Você está aberto a todas as dimensões do seu ser. Simplesmente está aberto e vulnerável, alerta, sem estar dormindo. Isto é consciência, e seu oposto é a inconsciência: você não está aberto absolutamente, está fechado.

Você não pode ser sábio ao menos que se torne consciente, ao menos que rompa com esse velho hábito de funcionar de maneira inconsciente. Você tem que deixar de ser um autômato.

Há coisas simples para aprender o truque. Por exemplo, você sempre caminha depressa. Comece a caminhar devagar. Terá que estar alerta. No momento em que perder a atenção começará novamente a ir depressa. Estes são pequenos recursos: Caminhe devagar, porque ao fazê-lo terá que estar consciente. Uma vez que perca a consciência, o velho hábito o pegará imediatamente e você irá depressa.

Dói aceitar que “estou inconsciente”, mas o primeiro ato de um ser consciente é aceitar que “estou inconsciente”. A mesma aceitação dispara em você um processo.

Osho

Tradução de Ana Lúcia de Melo
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