Ame-se

Querer-nos nos faz bem, nos faz felizes. E é o melhor presente que podemos oferecer aos outros...

separador
Uma criança voando com a ajuda de duas penas (Título: Air; Autor: Fiddleoak)
A imagem é de Fiddleoak

Seguramente, muitas pessoas, ainda que não se interessem especialmente pelos temas “espirituais”, estariam de acordo com o seguinte provérbio:

Vigie os seus pensamentos, porque eles se transformarão em palavras. Vigie as suas palavras, porque elas se transformarão em atos. Vigie os seus atos, porque eles se tornarão os seus hábitos. Vigie os seus hábitos, porque eles constituirão o seu caráter. E vigie o seu caráter, porque ele forjará o seu destino.

Foto de um homem jovem sorrindo, relaxado

Uma ideia um pouco mais “audaz” sobre como criamos nossa própria realidade é a que propõe a Lei da Atração: a todo momento estamos atraindo para nossas vidas o tipo de situações que reforçam nossos estados de ânimo. Se nos sentimos bem, atraímos situações que nos fazem nos sentirmos bem; se nos sentimos mal, atraímos situações que nos fazem nos sentirmos mal.

Por outro lado, Um Curso em Milagres nos diz que o mundo que percebemos é uma construção do nosso ego, que faz os ajustes necessários para que a ideia da separação (de Deus e dos nossos irmãos) nos pareça real. Por meio do perdão podemos mudar esse sonho, no qual nos mantém o ego, por um “sonho feliz” do qual é fácil acordar e nos tornarmos conscientes de qual é nossa verdadeira natureza.

E, por último, a técnica havaiana do Ho’oponopono parece desafiar nossa capacidade de compreensão: toda circunstância que passe a formar parte da nossa vida, mesmo que seja só uma notícia a respeito de algo que acontece num país distante, é a projeção de uma parte da nossa mente. Somos completamente responsáveis por tudo o que acontece no nosso mundo…

Assumindo que temos este infinito poder criador, eu lhe proponho outra descrição de como é o processo de criação da nossa própria realidade, mas nesse caso enfocada no tipo de relação que temos com nós mesmos:

Se não estamos conformes com quem somos, se temos uma opinião desfavorável a respeito de nós mesmos, ou se criticamos permanentemente, ou seja, se nos tratamos sem amor, esse acúmulo de juízos negativos nos conduzirá, inevitavelmente, a experimentar culpa. No sistema de crenças do ego, a culpa lhe corresponde a um castigo; e para que nossa vida se ajuste a essa percepção equivocada que temos de nós, modificaremos nossa realidade (de maneira inconsciente) para recebermos efetivamente esse castigo, o qual nos chegará na forma de conflitos, fracassos ou doenças.

Foto de uma menina rindo

Mas se nos sentimos a vontade tal como somos, se temos uma relação saudável com nós mesmos, se somos capazes de nos vermos amorosamente em qualquer circunstância, ou seja, se nos queremos sem condições, então, nos sentiremos naturalmente merecedores de tudo de bom, de qualquer coisa que desejemos. E exercendo nossa milagrosa faculdade de criar, faremos que nossa vida reflita a plenitude, o bem-estar e o amor que desenvolvemos primeiro no nosso mundo interior.

Axel Piskulic

Tradução de Ana Lúcia de Melo

Finalmente um vídeo muito inspirador (que na realidade é uma publicidade), que nos lembra por meio de diferentes situações que aquilo que nos provoca temor e que pode chegar a nos paralisar, normalmente não tem uma existência real… é só uma ilusão que deixa de nos afetar quando conseguimos tomar a decisão de enfrentá-la:

“Atreva-se. Mude” (Publicidade de Fabella)
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