Ame-se

Querer-nos nos faz bem, nos faz felizes. E é o melhor presente que podemos oferecer aos outros...

separador
Devemos apreciar o aqui e o agora porque só estão aqui agora (A charge de Ziggy, por Tom Wilson)

O momento presente, esse único instante no qual todas as coisas acontecem, encerra um verdadeiro tesouro de plenitude, alegria e paz que talvez só tenhamos experimentado em algumas circunstâncias excepcionais.

O constante fluxo dos nossos pensamentos, esse incessante diálogo interno que ocupa sempre nossa função, nos separa da única (e maravilhosa!) experiência real: viver plenamente o momento presente.

Experimentar conscientemente cada sensação no nosso corpo, dos nossos sentidos, interrompe (mesmo que seja brevemente) esse diálogo interno que é a desgastante atividade do ego.

Qualquer ação pode se realizar com a atenção colocada no corpo, nos movimentos que realizamos, na respiração e na grande quantidade de informação que recebemos através dos sentidos e que, normalmente, passamos por cima por considerá-la insignificante, irrelevante…

Ao caminhar, por exemplo, podemos nos concentrar nos nossos movimentos, realizando-os de maneira “deliberada”, talvez com certa lerdeza, de tal forma que não haja nada que seja “automático”, atentos a nossa respiração e a cada sensação ou impressão dos nossos sentidos. A vista, por exemplo, nos entrega muitíssima informação.

Este instante, o momento presente, é o único que tem existência real. O passado e o futuro são conceitos abstratos que não podem ser experimentados.

A todos os efeitos práticos, há um só lugar importante em todo o Universo e um único momento de interesse em toda a Eternidade: Aqui e Agora

Axel Piskulic

As cenas seguintes são do filme “Poder Além da Vida” (ou também “O Caminho do Guerreiro Pacífico”, baseada na vida do atleta –e logo escritor– Dan Millman), que descreve a relação entre um singular Mestre e seu discípulo. O ensinamento a transmitir: A suspensão do diálogo mental incessante, a experiência de viver plenamente no momento presente…

Tradução de Ana Lúcia de Melo

A charge é de Tom Wilson

Compartilhar este artigo no Google +

Se você gostou deste artigo, por favor...

Não se vá sem compartilhá-lo no Facebook, Twitter ou Google+

Não se vá sem deixar seu comentário

Não se vá sem se inscrever grátis por e-mail... Obrigado!

line