Ame-se

Querer-nos nos faz bem, nos faz felizes. E é o melhor presente que podemos oferecer aos outros...

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Os últimos tempos foram para mim de muita aprendizagem, de muita atividade. Nesta etapa minha atenção se centra na prática da Lei da Atração, entre outras coisas lendo a trilogia “Reality Transurfing”, cujo autor é Vadim Zeland e que trata sobre a Lei da Atração, mas com um enfoque muito original.

Sempre que estou assim “ocupado” passam semanas sem que haja novos artigos neste blogue. Quisera então deixar aqui esta reflexão:

Sentir-se bem é fácil, amar-se é algo natural, viver conscientemente o “aqui e o agora” e desfrutar com plenitude do momento presente é a coisa mais simples do mundo… no entanto, também é verdade que para alcançar essas metas muitas vezes temos que trabalhar duro e sustentar esse esforço ao longo do tempo.

Clique sobre a imagem para ampliá-la…

Mapa para chegar ao refúgio interno

Percorrer as simples etapas representadas neste excelente desenho é muito fácil, mas desenvolver a capacidade de viver permanentemente nesse último “refúgio”, que representa o estado de bem-estar que tanto desejamos, seguramente demandará de nós constante dedicação.

De todo labirinto se sai por cima

A solução de qualquer problema costuma ser muito simples, mas encontrá-la muitas vezes é uma tarefa que requer nosso esforço e compromisso e costuma implicar a incorporação de novos conhecimentos e o desenvolvimento de novas habilidades. “De todo labirinto se sai por cima” dizia o escritor Leopoldo Marechal, mas descobrir essa “nova dimensão” que permite a imediata solução de certos problemas talvez não seja algo tão fácil e imediato.

O Dr. Ihaleakalá Hew Len, graças a quem conhecemos a técnica de Ho’oponopono, sempre declara que em nenhum momento deixa de aplicar essa técnica em sua própria vida com a finalidade de continuar evoluindo. Cada vez que por sua atividade profissional se encontra com pessoas que compartilham com ele seus problemas, ele aplica Ho’oponopono para curar a sua própria mente.

E como provavelmente nosso destino seja também continuar aprendendo ao longo de toda nossa vida é uma excelente ideia aceitar esse destino como uma bênção e continuar percorrendo nosso caminho pessoal com serenidade e alegria.

Axel Piskulic

A técnica de Ho’oponopono e a Lei da Atração

Honestamente este título é só uma desculpa para compartilhar os seguintes vídeos.

O primeiro é muito apropriado para uma página de internet como esta porque promove valores positivos e tem uma mensagem esperançosa e otimista. E sempre temos que recordar que a Lei da Atração nos permite criar de maneira consciente uma realidade melhor.

E o segundo é um desses vídeos que não deveriam estar aqui… mas que sempre dou um jeito para compartilhar de todas as maneiras! É de duvidoso bom gosto e de um humor muito discutível. E aplicar a técnica de Ho’oponopono nos permite curar nossa mente precisamente cada vez que nos encontramos inesperadamente com algo de que não gostamos…

Axel

Tradução de Ana Lúcia de Melo
Curta-metragem “Marin”, de Alexandre Bernard, Pierre Pages e Damien Laurent.
Curta-metragem “Monkey Spoon”, de John Turello.
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Pensava em qual é a mensagem mais valiosa que tenho para compartilhar, o que deixaria aqui escrito se, por exemplo, soubesse de antemão que é o último artigo que vou publicar.

E por que não compartilhar então essa ideia agora mesmo?

Bom, aqui vai…

Por que normalmente não podemos experimentar felicidade completa em qualquer situação cotidiana? A foto parece sugerir que sim podíamos…

Foto de uma criança feliz

A verdadeira felicidade que tanto desejamos está disponível para nós agora mesmo, não é necessário que alcancemos antes nenhuma meta nem que se produza primeiro nenhuma mudança nas nossas vidas. O êxito de qualquer meta só nos provocará um bem-estar passageiro, ainda que nosso “sentido comum” nos assegure normalmente outra coisa: que a felicidade depende do cumprimento de nossos desejos.

Sempre que não nos sentimos plenamente felizes estamos esperando que alguma situação se resolva “favoravelmente”, que algo mude, que se solucione certo problema, que se cumpra algum de nossos desejos. Mas a longo prazo, mesmo que alcancemos algumas dessas metas, o quadro geral parece ser sempre o mesmo e a felicidade permanece como um estado ideal e inalcançável.

Não há nada de mau em tratar de cumprir nossos desejos… Ao contrário! Os desejos são essenciais para dar sentido as nossas vidas, nos indicam o caminho que queremos recorrer. Mas se sentimos que só quando se cumprirem poderemos ser felizes então passam a se converter em “apegos”, e se transformam precisamente nos obstáculos que nos impedem de alcançar a felicidade.

E, paradoxicamente, tal como prediz a Lei da Atração, nos sentirmos bem agora e experimentarmos já a plenitude e a alegria que desejamos, é a chave para fazer realidade nossos desejos.

Os chineses o dizem de uma maneira bonita: “Quando o olho não está obstruído, o resultado é a visão; quando o ouvido não está obstruído, o resultado é a audição…” E eu adiciono: “Quando a mente não está obstruída, o resultado é a verdade; e quando o coração não está obstruído, o resultado é a felicidade…”

Anthony de Mello

Caricatura de um monge zen que nos ensina a sermos felizes
A imagem é de Zen Pencils

Claro que estes razoamentos não parecem aplicáveis enquanto atravessamos uma crise profunda, uma doença ou uma perda irreparável. Mas normalmente essas situações graves, mais cedo ou mais tarde, derivam num novo cenário de equilíbrio onde podemos voltar a desfrutar de nosso presente.

Talvez tenhamos que desfrutar a vida da mesma maneira que este enigmático vídeo, porque é interessante enquanto vai transcorrendo, pela sua singular protagonista, pela sua originalidade, pelas paisagens, pelas expectativas que vão gerando enquanto se aproxima o final… Mas o desenlace, como costuma acontecer na vida real quando alcançamos qualquer meta, é um pouco decepcionante.

Curta-metragem “Not Over” (Ainda não termina). A frase final diz “Não termina, até que termina”.

Nossas metas não parecem tantas nem tão difíceis, o que as converte em impossíveis de cumprir é que ao alcançar alguma imediatamente nos aparecem outras novas. Pretendermos ser felizes cumprindo primeiro uma série interminável de desejos é equivalente ao que faz o protagonista deste vídeo para enviar um simples cartão postal.

Curta-metragem “Melvin the Mini Machine”.

Um cochilo, um sorvete ou um abraço encerram o potencial de uma experiência plena, a qual não lhe falta nada. E podemos viver assim cada momento, construindo de maneira consciente uma vida feliz. Pelo contrário, muitas vezes caminhamos mecanicamente atrás de miragens que o ego coloca diante de nós. Trata-se de nossas próprias metas, mas o engano consiste em nos fazer acreditar que só se as alcançamos poderemos ser felizes. E se aceitamos dar os primeiros passos nessa direção, tratando de alcançar essa “cenoura” com que o ego nos tenta, podemos passar a vida inteira buscando assim a felicidade, mas sem chegar a alcançá-la.

Imagem de Sarolta Bán / Image by Sarolta Bán
A imagem é de Sarolta Bán

Se estivesse chegando tarde ao trabalho, por exemplo, é provável que a preocupação por esses poucos minutos de atraso substitua qualquer pensamento positivo. A preocupação por um assunto de pouca importância normalmente pesa mais que o milagre de estarmos vivos e que todas as bênçãos que recebemos diariamente. E ao longo do dia a situação costuma se repetir com outras preocupações, relacionadas talvez com conflitos irrelevantes, tarefas pendentes e outros problemas menores. Nunca parecem chegar os longos períodos de paz e de serenidade que nós merecemos dos quais possamos desfrutar de tudo o que já está resolvido em nossas vidas, de tudo aquilo que graças a Deus sim temos.

Muitas vezes a causa de qualquer mal-estar depende mais de nossos próprios pensamentos que das circunstâncias que nos cabe viver. E somos nós, de maneira consciente ou inconsciente, quem decidimos em que pensar. Nossa realidade pessoal é, então, nossa própria invenção.

Uma menina com resíduos de plástico, imagem de Gaby Herbstein - Huella ecológica 2)
A imagem é de Gaby Herbstein

Os artigos deste blogue tratam geralmente sobre a autoestima, a Lei da Atração, a importância de viver de maneira consciente o “aqui e agora”… Mas sinto que a ideia mais importante, a qual lhe dedicaria o último artigo se soubesse de antemão que já não vou poder continuar publicando aqui, é esta: Salvo em situações extremas podemos experimentar cada momento com alegria e gratidão, podemos decretar que já estamos bem e simplesmente desfrutar, não há condições prévias nem metas a cumprir para alcançar a felicidade. Além do que, assim criamos as condições para atrair tudo o que desejamos… as coisas, situações e relações que gostaríamos de incorporar as nossas vidas. Talvez essa ideia não seja fácil de aplicar, talvez a princípio só possamos lembrá-la umas poucas vezes ao dia… mas vale a pena perseverar!

Axel Piskulic

Tradução de Ana Lúcia de Melo
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Um pouco de humor, para recuperar o bom humor

Rirmos e nos rodearmos de pessoas com o riso contagioso definitivamente nos faz bem…!!!

Curta-metragem “Laughs!” (Gargalhadas!), de Everynone.

É muito importante dedicar tempo para fazer as coisas das quais nós gostamos. Este vídeo (na realidade a propaganda de um portal de busca de emprego) é uma boa recordação.

Além do mais…

Podemos viver qualquer situação ordinária como o momento único e exclusivo na que realidade é…

Imagem animada de um casal dançando na cozinha

…ou sair com os amigos, ou ir a uma festa…

Imagem animada de uma festa à noite ao ar livre

…ou simplesmente fazermos uma pausa para tomarmos um café…

Imagem animada de uma mulher bebendo café

…ou nos vestirmos elegantes, ainda que não seja uma ocasião especial…

Imagem animada de uma mulher elegante, detalhe de sua saia e sapatos

…prestando atenção a cada detalhe, a cada um dos pequenos milagres que encerra o momento presente.

Imagem animada de chuva em uma poça de água no outono
As imagens são de Jamie Beck

Quando deixamos de nos sentir bem

Lendo alguns dos artigos deste blogue se poderia pensar que qualquer pessoa que aplique umas “simples receitas” estaria às portas de alcançar a iluminação ou algo parecido.

No entanto, inclusive quando cheguemos a conhecer certas técnicas para avançar neste caminho de autoconhecimento, muitas vezes não somos capazes de aplicá-las o tempo suficiente, as atividades de todos os dias nos distraem, nos esquecemos, pensamentos negativos começam a alimentar as emoções negativas… e deixamos de nos sentir bem.

Isso me aconteceu nas últimas semanas…!!!

Preparei, então, uma série de estratégias para quando “saímos do caminho”. Não são simples “receitas”, mas sim, idéias muito básicas e gerais. São várias e certamente haverá muitas mais. Os recursos ao nosso alcance costumam se apresentar assim: numerosos, diferentes e podemos escolher o que melhor se ajusta a nossas preferências.

16 maneiras de amarrar cadarços
Há diferentes maneiras de resolver um mesmo problema… (imagens de Ian’s Shoelace Site)

A Oração

Em qualquer momento no qual percebemos que não nos sentimos bem, que agimos mecanicamente, no mesmo instante que advertimos que não estamos “no nosso centro”, podemos dedicar apenas um momento a pronunciar mentalmente uma breve oração pedindo a claridade, o equilíbrio e a alegria que perdemos.

É muito importante reconhecer com humildade que não somos nós os responsáveis pela nossa própria evolução. Há um Poder Superior que literalmente nos transforma, mas só se nos rendemos a Ele.

Ho’oponopono

Sempre é bom aplicar a técnica de Ho’oponopono, dizendo mentalmente: “Sinto muito, Eu te amo”, (podemos adicionar também “Por favor, perdoa-me e Obrigada”), dirigindo-nos à Divindade, reconhecendo nossa responsabilidade pela realidade (incluída nossa própria realidade emocional) que criamos a cada instante.

Observarmos a nós mesmos

Podemos por uns momentos tomar distância do que estamos fazendo e pensando, e simplesmente observarmos sem interferir com o discurso dos nossos pensamentos. A simples observação desses processos negativos, que habitualmente são “automáticos”, os faz conscientes e os debilita.

Sempre é melhor reconhecer e aceitar que estamos “fora do nosso centro” que nos forçar, que nos obrigarmos a mudar de atitude. O que resistimos, persiste.

Meditar

Por meio da meditação criamos as condições para que possam se produzir mudanças naturais e positivas na nossa mente, ao interromper transitoriamente a identificação com nosso ego.

Há muitíssima informação disponível na internet sobre as diferentes técnicas de meditação. Basta eleger alguma que nos pareça agradável de praticar, para quem não tiver nenhuma experiência, talvez seja uma boa ideia simplesmente se recostar durante 20 minutos e respirar lentamente, se concentrando exclusivamente nas sensações produzidas pelo ar ao respirar e expirar. A ideia é interromper a interminável e desgastante corrente dos nossos pensamentos e nos conectarmos de maneira consciente com o momento presente.

Ler, escutar música, sair para caminhar

Qualquer atividade que serene a nossa mente e que nos devolva a paz, a serenidade e a alegria é um excelente caminho para recuperar o equilíbrio perdido.

Quando estiver entusiasmado, “para cima” se mantenha ali. E quando estiver “para baixo”… durma. Ou faça algo para mudar o seu estado. O que pode conseguir quando estiver “para cima” é mil vezes mais efetivo e benéfico que o que puder fazer com muito esforço estando fora do seu centro.

Esther Hicks

Aceitar… mas perseverar

Por último, aceitação e perseverança são duas valiosas virtudes que de nenhuma maneira se excluem entre si. É necessário aceitar incondicionalmente o momento presente, reconhecer tudo o que nos oferece e agradecê-lo plenamente, inclusive se estamos “fora do nosso centro”. Mas também nesses momentos de confusão podemos perseverar fazendo o que estiver ao nosso alcance (mesmo que só seja esperar pacientemente!) para continuar com nossa aprendizagem.

Axel Piskulic

Tradução de Ana Lúcia de Melo
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